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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A comida como matéria prima da arte

Olá gente!


     Faz tempo, né? Então... tanta coisa aconteceu que não  daria para explicar tudo. Bem,  mas há um livro que resume a condição que vivi nos últimos cinco anos "A Sombra do Meio Dia" de autoria do diplomata Sérgio Danese. Ainda não consigo falar muito sobre o assunto, mas ler a resenha desse livro em uma revista Veja, muuuito antiga,  perdida na casa de minha mãe e encontrada por ela, casualmente, foi providencial. Ele sintetiza uma série de conflitos éticos e estéticos que me assolaram profundamente, e dos quais inexplicavelmente não conseguia me libertar. 

     Mas Deus encontrou uma forma de falar comigo. E mais, uma forma que eu fosse capaz de entender, e pelas mãos de alguém (mamãe, é lógico) que fosse capaz de fazer aquela resenha chegar às minhas mãos já prenhe de significados. Minha mãe chegou com a revista, amarelada e carcomida pelo tempo (kkkkk), e já com a página em questão aberta me disse: "Li e me lembrei tanto de você!" Bastou isso para que eu a devorasse e tomasse minha decisão, pedindo a Deus que encaminhasse as coisas facilitando meus caminhos. E foi o que Ele, maravilhosamente fez! Sim, isso já faz um tempinho, mas precisei de uns momentos (na verdade muitos meses) para elaborar, deglutir esse longo período de minha vida a ponto de conseguir falar sobre ele. Foi por isso que sumi.

       E agora José, o que será? Será nada... já está sendo! Voltei a estudar, a cuidar de mim, a ter voz e vontade e por nada desse mundo quero voltar à minha condição de sombra! Quero ser feliz e fazer o que me deixa feliz! E é claro que cozinhar e apreciar a arte está no elenco do meu "quefazer". Você já deve estar se perguntando, mas e a arte como matéria prima? Quando é que você vai finalmente chegar no assunto? Já cheguei, e cheguei chegando, como diria uma amiga. Sim, a comida do espírito, no caso a literatura, foi a matéria prima  de uma obra criadora de ressignificação de minha própria existência, da arte - como criação do inusitado - que se concretiza a todo o momento em nosso cotidiano.

       Mas, chegando mais ao cerne da questão, ou melhor do título deste post, há um artista que gosto muito, está muito em voga e usa a comida como elemento de suas obras de forma surpreendente. É Vik Muniz. Ele usa ingredientes de culinária, e outras tantas coisas, como matéria prima para suas obras. Desde açuçar, molho de tomate, a chocolate tudo pode ser usado por Vic em suas criações que tematizam dilemas e necessidades de nossa sociedade. Apreciem e bom apetite!





quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Escola da Vida



                          Esse clip é de uma canção de Juraíldes da Cruz, lindamente interpretada por Maria Eugênia. Ele, o autor, é de Tocantins e tem uma relação bem telúrica com a música, além de compor combinando humor com a capacidade de criar sátiras do cotidiano, sem perder um quê de romantismo. Nessa canção ele dá uma verdadeira lição de vida, coisa de escola, mas uma escola mais ampla que dialoga com os sentidos da vida e com a sabedoria há muito perdida. A interpretação Maria Eugênia consegue dar vida e movimento a cada linha melódica da música e convida os ouvintes a verdadeiramente  se encontrarem com "suas asas". O clip não é da música, foi uma encomenda para um trabalho de pesquisa que dialogou com a música por se pautar em uma teoria - a Ecopedagogia- que tinha premissas análogas. 
                          Mas o que importa é que a arte ultrapassa qualquer pragmatismo e guarda polissemias inesgotáveis, tanto quanto a capacidade  humana de ouvir, ver e fruir... e devanear. 

Se o gato tem sete vidas, e a música sete notas... o bolo tem sete copos!!

          Oi gente! Faz tempo não é? Então... muito trabalho, muitos problemas de saúde na família e, é claro, menos tempo e disposição para postar. Mas agora que essa maré passou, ou pelo menos se mostra mais calma, a vontade de escrever voltou, e já tenho até uma listinha básica de tudo que quero postar, pois não deixei de cozinhar durante esse breve sumiço. Apenas guardei em minha agendinha (fiel companheira que carrego comigo para cima e para baixo), tudo o que pretendo socializar com vocês.

            A receita que quero apresentar hoje é o famoso bolo de sete copos! Aliás sete é um número amplamente presente: sete pecados capitais, a semana tem sete dias, Deus descansou no sétimo dia após a criação do mundo, são sete as maravilhas do mundo... e por aí vai. Essa receita é de ninguém menos que minha sogra - uma mulher admirável, de princípios sólidos e de generosidade rara. Recentemente fez oito sessões de quimioterapia e passou por uma cirurgia de remoção de parte da mama. Tudo isso trabalhando em casa e na igreja como sempre fez e com o mesmo bom humor e confiança de sempre. Estive com ela no hospital e a vi sair da cirurgia: estava alegre, lúcida e grata. E hoje, para comemorar meu retorno (mais um..rsss) trago essa receita da vó Ninha (como carinhosamente meus filhos a chamam) como forma de homenageá-la!


Bolo Sete Copos

1 copo de farinha de trigo
1 copo de açúcar cristal
1 copo de fubá
1 copo de óleo (na verdade pode ser apenas 3/4 do copo)
1 copo de leite
1 copo de ovos ( o que equivale a mais ou menos 3 ou 4 ovos)
1 copo de queijo curado ralado)




Modo de Preparo:

1. Ligue o forno para pré-aquecê-lo e unte uma forma média com margarina e farinha trigo polvilhada.

2. Coloque os ingredientes  em um liquidificador; primeiro os líquidos e depois os secos, pois assim fica mais fácil de bater.

3. Despeje na forma e leve ao forno para assar. O resultado é um bolo fofíssimo e muito aromático, além de ser delicioso, é claro.

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Sobremesa vapt vupt... sorvete incrementado

        Tem dias que a gente recebe visita em casa e quer fazer bonito. Não para impressionar, mas para agradar os queridos que estão em nosso lar, celebrando a boa conversa e o estar junto com uma dose de bons sabores. Dia desses estava com a família em casa - tias, avós, sobrinhos, primos - e ainda um grupo de amigos. Fiz um almoço mais rápido, mas  nem por isso menos saboroso e, com todos os afazeres não foi possível preparar previamente uma sobremesa. Então lancei mão de uma receitinha para incrementar o sorvete que é infalível... todo mundo gosta. Aqui em casa já apelidaram esse sorvete de "Sorvete da Keké"... jeito carinhoso dos íntimos dizerem que essa delícia é a minha cara. E eu é claro que gostei!



Sorvete da Keké

Ingredientes
2 potes de sorvete de creme
1 lata de leite condensado
3 colheres de chocolate em pó
1 colher de café de manteiga de leite
2 caixas de bis

Modo de Preparo

1. Junte o leite condensado, a manteiga e o chocolate e leve ao fogo,preparando um brigadeiro mais mole. Reserve e deixe esfriar.

2. Triture o bis. Para acelerar o processo basta pegar a embalegem, fechada mesmo, e bater com um rolo de macarrão ou um batedor de bife. Depois abra e verá que cada uma das 20 unidades do pacote estará triturada.

3. Coloque o sorvete, às bolas, em um refratário, depejndo a calda e por cima o bis. Pode acreditar, fica beeemm gostoso!


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Uma pitada de humor vai bem em qualquer prato

        
          Um dos motivos de minhas ausências é meu intenso exercício de mãe-professora, não apenas por combinar esses dois ofícios, mas principalmente porque quando retorno para casa após um dia de trabalho me dedico a ser professora-mãe do meu filho. É aquela conhecida toada de ensinar tarefa, revisar conteúdos, explicar o que não ficou claro da maneira mais acessível e significativa, estudar para as avaliações e tudo o mais que essa faceta da maternidade requerer.
            Hoje estávamos estudando para a avaliação de Língua Portuguesa e me deparei com uma receita cujo o principal ingrediente é o bom humor. Então, não resisti e resolvi compartilhar. Se ela funciona, está com as medidas certas ou o modo de fazer é coerente, não sei dizer, mas que ela provoca boas risadas, isso é verdade!
 

Receita cazêra minêra di môi di repôi nu ái iói

Ingredienti
5 denti di ái
3 cuié de ói
1 cabêsss de repôi
1 cuié de mastumati
sá a gosto

Modi fazê
1. Cascá o ái, picá o ái i socá cum sá.
2. Quenta o ói na caçarola.
3. Fogá o ái socado no ói quentin; picá o repôi beeemmm finin; fogá o repôi no ói quentin juntu cum ái fogado; pô a mastumati i mexê cum a cuié pra fazê môi.
4. Sirva cum rõis e meléte. Issu é bão dimais da conta, sô!








segunda-feira, 16 de maio de 2011

Patê de Peru

        Oi gente! É, dei uma pausinha básica para variar, mas o ritmo de trabalho e as demandas domésticas que incluem outras coisas para além da cozinha e do cozinhar e, consequentemente, do postar, também não podiam esperar (hum...rimou...rsss). Nesse ínterim recebi vários comentários dos leitores aqui do Culinartes: gente elogiando o blog e me incentivando a escrever mais, outras pessoas pedindo receitas e ainda aqueles que cobram postagens e falam que devido minha falta de atualização vão procurar outro blog...kkkk. É gente, sinto muito, mas a vida continua e o blog é um projeto para as horas vagas que andam cada vez mais escassaz, o que eu posso fazer? Ao contrário do trabalho, que minha obrigação, mas não deixo de realizá-lo  com muito prazer também, o blog não é uma obrigação, é para quando for possível! Então vou continuar blogando no ritmo e na periodicidade que a vida e todos os afazeres de mãe, profissional, esposa, filha, cristã, tia e vizinha, permitirem.  Se ainda assim meus leitores quizerem continuar espiando o blog e me seguindo será um prazer poder conversar com todos!
        O post de hoje é uma respota a um leitor que pediu uma receita de patê de peru com ervas finas. Seu nome é William Braulio! Oi William Braulio, como não tenho mais detalhes sobre seu ingrediente básico - o peru ( não sei se é o blanquet de peito de peru, o presunto de peito de peru) vou considerar que vc está pegando o peito do peru meeessssmo, e não os preparados enlatados para fazer o patê. Dessa forma, é só seguir a receita abaixo e garanto que o resultado será delicioso, ah... essa receita pode ser preparada com qualqer ave, tá?


Patê de Peru

Ingredientes
200 gr de peito de peru ferventado, ou seja cozido com alho e quase nenhum óleo
caldo de 1 laranja
2 colheres de creme de cebola, dissolvido em 4 colheres de sopa de água
2 copos de requeijão light
150gr de maionese light
cebola bem picadinha
cebolinha, cheiro verde e manjericao à gosto, ou outras ervas que preferir

Modo de preparo

1. Desfie o peito de peru já ferventado e o refogue com um fio de óleo e a cebola. Acrescente o  caldo da laranja e deixe ferver por 2min, mexendo sempre.

2. Prepare as duas colheres de creme de cebola dissolvidas nas 4 colheres de sopa água e acrescente, mexendo até engrossar. Retire do fogo e deixe esfriar.

3. Acrescente  o requeijão, a maionese, as ervas e os demais temperos. Mexa bem e veja se está bom de sal. Aí é só servir acompanhado de torradas, pães sírios, canapés e outras coisinhas boas para degustar essa delícia!

sábado, 23 de abril de 2011

Semana Santa combina com peixe!


        Em meu perfil me identifico como meio goiana e meio mineira. Isso porque Minas é minha grande paixão e referência para a culinária e para a cultura, pois mesmo morando em outros estados e adquirindo sotaques os mais distintos ao longo da infância semestralmente visitava minha amada cidade de Três Marias situada no centro-oeste mineiro. E agora que moro em Goiás  - estado vizinho - venho sempre que posso, ou seja, pintou feriado, "Três Marias lá vamos nós!", já que a mesma paixão também contaminou meu marido e meus filhos. Semana Santa estou por aqui e, é claro que estou na cozinha com minha mãe, minhas tias e minha vozinha querida.  E Semana Santa combina com o quê? com  peixe é lógico. Muita mulher junto e na cozinha, já viu, né? Receitas mil, pitacos os mais diversos e a receita adquire um novo aspecto, oriundo de muitas cabeças, paladares e mãos. Mas o resultado é sempre bom, afinal o que nos confere a corência tão necessária para a vida e para a culinária são os laços familliares e os sentidos da "mineirice"! Delícia garantida, kkkkkk!
            O almoço de hoje contou com dois pratos baseados em peixe, abaixo segue o primeiro, o segundo virá no próximo post.

Peixe em camadas

Ingredientes
2 k de filé de tilápia cortado em tiras
2 k de batata descascada e pré-cozida
1 k de tomate em rodelas bem finas
1 pimentão amarelo em rodelas bem finas
1 pimentão vermelho em rodelas bem finas
3 cebolas em rodelas bem finas
limão
preparado para creme de cebola
galhos de alecrim
azeite

Modo de preparo
1. Em um recipiente aberto coloque os filés cortados e os tempere com caldo de limão, pó preparado para
creme de cebola (desses pacotinhos industrializados mesmo) e sal. Reserve
2. Em uma assadeira coloque uma camada de tomate com um pouco de cebola, e outra camada de peixe temperado. Cubra com pimentão amarelo e vermelho e coloque uma camada de batata (a batata é uma camada que fica apenas no meio), então recomece: uma camada de tomate com cebola, outra de peixe e a última de cebola com pimentão.
3. Coloque ramos de alecrim por cima e regue com azeite generosamente. Asse em forno pré-aquecido por 30min.

domingo, 17 de abril de 2011

Frango assado: douradinho e suculento

           Aos sábados sempre preparo o almoço e convido alguns familiares. O detalhe é que saímos todos para a igreja logo pela manhã e retornamos já na hora de almoçar. Então tenho que pensar em um cardápio que além de  saboroso,  seja prático e possa ser preparado previamente. Uma das minhas opções preferidas é frango assado, inteiro mesmo, com deliciosas batatas bem douradinhas. Meu segredo para preparar o frango e evitar que ele fique pálido, seco e sem sabor é deixá-lo marinando em um preparado que é facílimo e também saudável, diferente das receitas que levam o creme de cebola industrializado - riquíssimo em sódio - ou então besuntam o bichinho com kilos de maionese!
         Essa forma de preparar o frango garante ótimos resultados e impressiona os conivados pelo efeito visual! Quem é que não fica impressioando com um frango assado, bem dourado, ornado de batatas e ainda por cima perfumado? A satisfação é garantida desde o momento em que ele sai do forno e entra no cenário: o centro da mesa...kkkk. Lá, o frango assado reina absoluto, embora contracene muito bem com saladas, aquele arrozinho e o feijão nosso de cada dia.
            Para não usar o tempo como desculpa para não receber convidados em casa, eu aconselho: vá de carnes assadas e complemente com saladas, farofa - se desejar - e o resto vc já sabe. E aí você pode me perguntar: mas  carne assada demanda mais de duas horas de forno! É verdade, mas o forno trabalha sozinho, tá lembrado? E enquanto ele faz o serviço você nem precisa estar na cozinha. Aos sábados, por exemplo, coloco meu franguinho charmoso no forno (coberto com papel alumínio) às 6h da manhã e também aproveito para colocar algumas verdurinhas para cozinharem à vapor, e aí lavo meu cabelo, seco, tomo café, arrumo os filhos e o marido para ir à igreja e saio de casa, leve, perfumada e serelepe, às 8h e 30min. Quando retorno, por volta das 12h, retiro o papel alumínio e deixo ele dourar enquanto preparo o arroz (e olha que faço arroz branco e o integral), o feijão e coloco a mesa. 
            Bem, chega de enrolação e vamos à receita


Marinada para o frango

Ingredientes
3 colheres de sopa de pasta de alho e sal
1 pimentão em rodelas
1 cebola em rodelas
sal à gosto
caldode 3 laranjas

Modo de preparo
1. Pegue o frango inteiro e o lave debaixo da torneira. Escorra e em seguida passe a pasta de alho em toda a sua superfície e também por dentro onde for possível.
2. Coloque-o dentro de dois sacos plásticos, para evitar vazamentos e coloque o caldo da laranja, o pimentão, a cebola e o sal. Se gostar de pimenta, fique à vontade.
3. Amarre bem, tirando todo o ar para garantir que o frango ficará envolvido pelo líquido. Leve à geladeira por pelo menos 8 h. Prepará-lo na noite anterior é mais que suficiente.

Assando o frango

1. Retire o frango da marinada e coloque em uma refratária com as perninhas para cima. Cruze-as e amarre-as com uma linha bem firme para evitar que ele fique "esburrachado".
2. Misture 1 colher de sopa de maionese com 2 pitadas de colorau e passe sobre a superfície do frango.
3. Coloque as batatas cruas, descascadas ou não,  em volta do frango. As tempere com manjerona desitrada e sal.
4. Leve o refratário coberto com papel alúminio ao forno pré aquecido por 2h.
5. Retire o papel alumínio e deixe dourar por mais ou menos 30min. A cada 10min regue o frango com o próprio caldo.










sexta-feira, 15 de abril de 2011

Dois dedinhos de prosa e quatro receitas

           Gente, cozinhar deve ser contagioso! KKKKKKK É sério! Basta falar de uma receita,  um toque diferente, um ingrediente inusitado em uma certa composição, que junta gente em volta e os palpites grastronômicos se multipicam. Essa semana, uma colega de trabalho levou bananas fresquinhas para saborearmos, cultivadas em seu quintal e sem agrotóxico. Nem precisa dizer que são divinas, inigualáveis...hum... Logo, uma conversa puxa outra e falei de duas receitas para se fazer quando as bananas ficam muito maduras (mas aqueles não corriam esse risco de tão gostosas), estas depois eu posto aqui. Aí, minha colega me falou do brigadeiro que fez com raspas de limão e me falou também de um suco de capim cidreira com a mesma fruta. Nem vem dizer que o tempo tá sobrando por lá, que não é verdade! kkkk Quero dizer que trabalhamos muito, ninguém fica de papo para o ar conversando pelos cotovelos não, viu! É inacreditável,  mas conversa durou menos de dois minutos, enquanto nos deliciávamos com as bananas no intervalinho.

Por, hoje segue apenas a receita do brigadeiro.

Brigadeiro com raspas de limão
Ingredientes
1 lata de leite condensado
2 colheres de sopa de chocolate em pó (não vale achocolatado)
1 colher de chá de manteiga de leite sem sal
raspas de um limão (sem a parte branca para não amargar)

Modo de preparo
1. Levar todos os ingredientes ao fogo e mexer sem parar até que começe a se ver o fundo da panela.
2. Enrolar e passar no chocolate granulado, ou comer de colher mesmo, que é uma delícia também.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ano novo... roupa nova! Tô de volta!

       Oi... mais uma vez "depois de um longo e tenebroso inverno"... rss... tô de volta! É... esse ano de 2011 ainda não tinha conseguido postar nada. Algumas pessoas chegaram a perguntar se eu tinha desistido do blog, outras me sugeriam temas para posts (acho que pensaram que eu andava meio sem ideias para escrever e queriam dar uma "mãozinha"...rsss), e uma das leitoras do Culinartes, a Goivana, mandou uma mensagem super carinhosa dizendo gostar do que escrevo e perguntando quando vou voltar! Nossa, depois da força da galera e, é claro de vestir uma "roupinha nova" no blog e acrescentar itens novos com a ajuda da Jenifher do blog garotasteen, me sinto mais do que motivada para voltar!
        Ah! Também tem outra novidade que vai colaborar e MUITO com a retomada do blog: ganhei um netbook liiiiiiiiiindooooo! O chamo carinhosamente de meu neêm, pois ele é pequeno, slim, bem leve e vermelhinho, tudo de bom! E para comemorar minha volta em grande estilo e atender os pedidos insistentes e molhados ( haja bochecha para os beijos) dos meus filhos fiz uma deliciosa  e rápida torta de frango. A receita original é da minha cunhada Daiana, uma bióloga que adora livros, cinema e cozinha. è super jovem e bonita e tem um filhinho (sou tia coruja, não tem jeito) gatíssimo. Só para variar a receita que segue tem algumas mudancinhas básicas, meu toque caseiro...rsss.


         Hum.. mesmo depois de terem jantado meus filhos saborearam a torta. Meu adolescente comeu TRÊS enoormes pedaços. A torta fica com um casquinha crocante, a massa fofinha e úmida e o recheio suculento... ah vale muito à pena preparar essa delícia para fechar um dia de trabalho com um  sabor caseiro! Se fizer me conte, tá?

Torta de Frango


Recheio
1 peito de frango cortado em cubinhos
3 dentes de alho
1 cebola picadinha
1/2 pimentão
2 tomates cortados em cubinhos
150 gr de palmito
1 colher de sopa de óleo
1/2 xícara de água
1 pitada de colorau
2 pitadas de açafrão

Modo de Preparo
1. Em uma panela média aqueça o óleo e coloque a cebola e o alho para dourar, acrescentando o frango em seguida. Mexa sempre até ficar douradinho e fazer aquela rapinha leve na panela.
2. Acresente os demais ingredientes, exceto a água, e continue mexendo de vez em quando.
3. Coloque a água e deixe ferver. Experimente o tempero e, se desejar coloque mais sal ou aquela pimentinha de cheiro que dá um toque todo especial.
4. Reserve.

Massa
2 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de aveia em flocos
1 xícara de óleo de soja
3 ovos
1 colher de café rasa de sal
1 colher de sopa de queijo parmesão
3 xícaras de água
2 colheres de sopa de fermento em pó

Modo de preparo
1. em um liquidificador coloque todos os ingredientes, exceto o fermento e bata em velocidade máxima alternando  om o modo pulsar.
2. Coloque o fermento e mexa com uma colher suavemente
3. Despeje a massa em uma forma refratária grande, untada com óleo.
4. Coloque o recheio por cima da massa, distribuindo uniformemente, não se preocupe se o recheio afundar. De um 'afundadinha no recheio" com uma colher de forma a misturar um pouco, mas só um pouco.
5. Asse em forno pré-aquecido e não abra o forno nos primeiros 30min. Deixe corar e saboreie.

 


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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Eu voltei agora prá ficar...

     
      Hoje retomo nossas conversas aqui no Culinartes depois de uma longa, porém justificada ausência. Estive às voltas com muito trabalho, organizando um evento do trabalho e  outro evento pessoal. O primeiro foi um seminário para educadores sobre cultura da paz e combate ao bullying. Tive muito trabalho, pois além de organizar uma parte da logística, da programação, também proferi uma palestra. O outro evento foi o aniversário de 10 anos de minha filha, que estava empolgadíssima com a chegada dos dois dígitos. Como mãe coruja, que não abre mão de colocar a mão na massa, assumi a decoração, os doces e as lembrancinhas...ah, fiz também um patê e o molho dos mini cachorros quentes. Não foi nada grandioso, foi uma pequena comemoração em casa mesmo, com a presença dos familiares e das pessoas mais íntimas que de longa data participam da vida de minha filha.
      Bem, sobre a festinha e as coisas que fiz falarei em um próximo post, quando as fotos que meu amigo Pedro tirou chegarem até mim. Assim poderei dividir com vocês esses momentos especiais, e faço questão também de falar um pouco sobre a lógica que orientou todo o trabalho de concepção e preparação dos festejos, singelos porém genuínos. 
       Esse post é para falar um pouco do tema de minha palestra. Idéias e concepções de vida que acredito e procuro seguir em meu cotidiano. Fiz uma abordagem sobre as dimensões da paz: o eu, o outro e a natureza, baseando-me na obra As três ecologias do francês Félix Guatarri (não sei por que amo os franceses, Pierre Bordieu é minha outra paixão).
       Segundo Guatarri a crise sem precedentes que atravessamos tem destruídos as relações em diversos âmbitos - na esfera das relações que o homem desenvolve consigo mesmo, com seu corpo, com os mistérios da vida e da morte, com seus desejos e subjetividades; também está abalada no que concerne às relações entre os homens, seja no seio da família, no seio do casal, da vizinhança que representam a micropolítica, como também nas relações macropolíticas referentes às relações entre as nações do norte e do sul, entre as potências e os países subdesenvolvidos e outros; e também diz respeito às relações do homem com a natureza, o planeta, o grande cosmos.
       De acordo com essa perspectiva o enfrentamento do caos requer a articulação dessas três dimensões: a paz consigo, a paz com o outro e a paz com a natureza. A teroria é muito ampla e pretendo retornar aos poucos a essas idéias, oferecendo-as como um presente em pequenas doses aos leitores aqui do blog. Por hoje, quero apenas reforçar que preparar alimentos, cozinhar, para mim é mais que o trabalho de saciar a fome. Considero que se trata de uma forma de amar as pessoas, de reuní-las em torno dos sabores que abrem não apenas o apetite, mas principalmente a vontade de estar junto, dividindo momentos e celebrando o que temos de mais precioso: a vida. É também uma maneira de estar com a natureza, ao saboear seus frutos que passam a constituir nosso corpo, aquilo que em nós nada mais é que natureza!  Alimentar-se é um processo de encontro de naturezas: os frutos da natureza se encontram com a nossa natureza corpórea e então nos tornamos um.
     
       
      

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mais um cookie para fechar o fim de semana

        Gente, ando meio sumida porque final de ano é daquele jeito: muito trabalho, agenda cheia de compromissos e uma correira doida! Mas sabe que é bom?! Um pouco de pressão, de ansiedade e de adrenalina até que faz bem, mas tudo na medida certa, sem perder o prazer de saborear a vida nas pequenas coisas e nos minúsculos gestos.
        Sim, acredito que é possível saborear a vida em cada coisa. Mas nem sempre pensei desse jeito, e perdi muitas coisas. Sabe, houve um tempo de minha vida que acreditava que poderia usufruir de alguns pequenos prazeres da vida só depois de cuidar das coisas sérias e necessárias. Então, depois de muito correr - ter vários empregos ao mesmo tempo, fazer faculdade, especialização e mestrado com filhos pequenos, prestar vários concursos e passar em muitos - percebi que o tempo que passa não volta mais e as experiências que poderia ter vivido junto daqueles que amo, não podem ser resgatadas, pois os dias se foram e com ele passagens preciosas de nossa vida.
      Chegou o tempo de dar um basta! Graças a Deus compreendi que é possível "levar tudo junto", como diria uma amiga que prezo muito. Isso que dizer que não adianta cuidar apenas do aspecto profissional e acadêmico de nossas vidas e deixar de viver as delícias da família, dos amigos e da religiosidade. Quero continuar sendo profissional e pesquisadora de minha área (arte  e educação) que amo muito, aliás como tudo o que faço. Só que chega de ficar o fim de semana inteiro com o nariz enterrado no trabalho e ver os filhos e o marido sendo obrigados a sair sozinhos para todos os lugares.
    Então, todos os finais de semana tiro tempo para adorar a Deus e ensinar esse cultivo do espírito aos meus filhos; cuido também de programar algum lazer mesmo que seja um filminho em casa mesmo ou  um jogo com a meninada na rua de casa; e me lembro de cozinhar e saborear demoradamente o que faço, só para ter a certeza de que o que fiz com minhas mãos é fruto de um trabalho  realizado unicamente para mim e minha família (e não aquela "força de trabalho" que vendo todos os dias, como diria meu sábio amigo Marx).
     Domingo foi um dia desses: já era fim de tarde quando resolvi fazer pão. Aquele pão integral cuja receita está aqui no blog e agora foi tão acessada que já ultrapassou o bolo de chocolate em número de acessos. Enquanto o pão crescia, peguei o restinho de carne do almoço e preparei um arroz prá lá de gostoso. Meu marido ficou tão possuído por aquela profusão de sabores que já na primeira garfada, me convidou para sentar em seu colo e me cobriu de beijos, beijos de gratidão por aquele prato nada menos que reconfortante! Mas é a receita de um cookie, delicioso, que quero deixar registrada aqui hoje. Ele também foi preparado na mesma hora. Então, enquanto o pão crescia e o arroz com carne estava sendo preparado,  amassei esse cookie maravilhoso. Tudo ficou pronto quase ao mesmo tempo e jantamos com cheirinho de cookie  assando. Ah... e meu marido deitou-se na rede após o jantar e cochilou embalado pelos aromas do pão que vinham do forno... tem coisa mais gostosa?

Cookie de aveia com gotas de chocolate

Ingredientes
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de aveia em flocos
3/4 de xícara de açucar
1 pitada de sal
1 colher de sopa de fermento
1 e 1/2 colher de sopa de manteiga em temperatura ambiente
1 ovo
gotas de chocolate


Modo de Preparo

1. Misture todos os ingredientes secos em uma bacia.

2. Acrescente a margarina e o ovo e amasse bem.

3. Faça bolinhas e as achate pressionando-as em cima das gotas de chocolate de forma que o cookie fique levemente achatado e com as gotas de chocolate presas em sua superfície.

4. Asse em forma untada em forno pré aquecido, em fogo brando até que as bordas fiquem levemente coradas. É delicioso para fechar o fim de semana e dar  boas vindas a uma segunda feira mais cheia de vida e sabor!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Aceita um cafezinho ou um cappuccino?

      O café, aquele tradicional, continua fazendo parte do cotidiano de milhares de pessoas. Embora haja uma série de bebidas preparadas com café e outras tantas formas de prepará-lo, o comum, feito no filtro de papel ou tecido, ainda continua fazendo muito sucesso. Ao lado dele, em minha opinião, só mesmo o cappuccino para repor as energias de um longo dia de trabalho.
     Originalmente o cappuccino é uma bebida italiana, preparado com um terço de café expresso, um terço de leite e outro terço de espuma de leite vaporizado.  Mas, que me perdoem os baristas de plantão, não aprecio muito essa versão de cappuccino e criei a minha, só para variar. Ela é mais incorpada, cremosa e com um toque de canela para perfurmar, é claro!
     Em nossa cultura oferecer um cafezinho é sinônimo de receber bem, de abrir a casa ou tratar com cordialidade mesmo no ambiente de trabalho. Não é em todo o lugar que oferecem cappuccino, é verdade, mas se perguntarem: "Café ou cappuccino?" Digo sem pestanejar: "capppucino", torcendo para ele estar cremoso e leve!
       Já tentei comprar essas misturas prontas para o preparo de cappuccino e acredite, já testei várias e nenhuma delas tem um sabor leve no café e marcante na cremosidade como eu gosto. Então, o jeito foi preparar o meu. Se você não é afeito à chocolate, por certo  não gostará dessa receita. Eu amooooooo! Acho ideal para fechar o dia, em um fim de tarde ou início de noite, tomando aos pouquinhos em intervalos regados por conversas e confissões. É bom também para começar o dia, acompanhado de um pãozinho ou bolo. Hum...gostoso é, a hora você escolhe!


Cappuccino

Ingredientes
1 lata de leite em pó integral (se usar o desnatado nem me conte)
250 gr de café solúvel
300 gr de açucar refinado
1 colher de sobremesa de bicarbonato
250 gr de chocolate em pó ou achocolatado (nesse caso diminua o açucar pois ele já vem adoçado)
1 colher de sobremesa de canela

Modo de Preparo

1. Bata café com o chocolate em um liquidificador até ficarem bem fininhos. 

2. Misture todos os ingredientes em uma bacia, de modo que fiquem homogêneos.

3. Acondicione em latas e use diluído no café, em água ou no leite.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A maçã da professora.. para comemorar esse dia especial

     Já disse aqui que sou professora. Dessas que escolheu a profissão movida pelo desejo e pela crença da importância de nosso papel social e não daquelas que assumiu o cargo por falta de opção. Já trabalhei em outras funções, todas elas ligadas à docência, como a que desempenho hoje de assessora pedagógica, mas sempre que me perguntam por ocasião de algum cadastro, ou preenchimento de ficha "qual é sua profissão?" repondo sem pertanejar: "Professora!" 
     Tenho algumas colegas que enfeitam, mascaram sua atuação profissional, dizendo " Coordenadora Pedagógica" ou "Supervisora Educacional" ou "Gestora Pedagógica", como se o "ser professora" diminuísse sua capacidade e principalmente seu prestígio social. Pergunto uma coisa: se hoje alguma delas ocupa uma função diferente, por que é mesmo que chegou até lá? Não foi por ter cursado uma lincenciatura e ter desenvolvido, em primeiro lugar, a tarefa de professor?
     Então, minha gente, sinto, com muito pesar, que a tarefa de educar tem sido encarada com desânimo e até uma certa "vergonha" por parte dos próprios docentes. É fato que o processo de desvalorização do magistério é composto por "n" fatores, a maioria dos quais não é culpa do professor. Mas também é fato que nossa classe carece de um movimento pró valorização da atividade docente! Costumo dizer para minhas alunas do curso de pedagogia que nós temos um enorme poder de influenciar pessoas e vidas. Afinal que outro profissional tem à sua disposição pelo menos 20 mentes, 200 dias por ano durante 4 horas por dia?
    Eu, pessoalmente, fui supreendida por um adolescente, vencedor de um consurso para atores mirins. Talentosíssimo, muito carismático, fazia parte de um grupo que coordenei na produção de um espetáculo. Em um de nossos encontros ele me olhou demoradamente, perguntando, após um tempo se eu já havia dado aulas de português. Quando disse que sim, ele saiu pulando as cadeiras do auditório e me abraçou apertado falando sem parar " O menino do dedo verde, o menino do dedo verde!". E acrescentou: " Eu sabia que era você!".
     Com muito carinho disse que tinha sido meu aluno há alguns anos atrás e que nunca se esquecera de minhas aulas e da história do menino do dedo verde, um livro maravilhoso de autoria do francês Maurice Druon, que lia ao fim de cada aula, em pequenas doses . Então juntei as pecinhas:  antes havia assistido uma de suas contações de história, maravilhosas por sinal, depois sua atuação como ator no espetáculo em questão e, então, compreendi que de alguma maneira aquelas histórias, aquelas aulas, influenciaram sua escolha e seu gosto pelas artes. Me senti tão feliz de saber que contribuí para que sua vida seguisse esse caminho. É claro que não fui só eu, muitas outras coisas contribuíram, mas eu "dei um empurrãozinho"!
     Tive excelentes professores, muitos que me acompanham em meu guardados mnemônicos ainda hoje.   É como se fosse capaz de ouvir o som de sua voz falando verdades e coisas sábias, dessas que extrapolam os conteúdos factuais e lógicos, pois são coisas para se guardar para  toda a vida e ensinar para os filhos.  Foi em 1997, quando tinha meus 20 anos de idade (e olha que lá vai tempo...rss...rss) e cursava Pedagogia na UFG, turma da noite. Uma mulher bonita, pequena, ágil e  muito dinâmica cruza a sala de aula e começa a falar sobre arte. Sua paixão era visivelmente contagiosa, e eu devorava cada palavra, imagem e som que ela nos trazia para apreciar. Os textos que ela indicava e qualquer livro que ela mencionava eram apresentados com tanta propriedade, que podia jurar de antemão que ao ler ficaria igualmente afeiçoada às idéias daquele autor. Felizmente essa história de amor pelas artes e pela docência não acabou ali. Tive o privilégio de ser orientada por ela, anos mais tarde, em meu mestrado, mas os ensinamentos são maiores que o tempo e os levo comigo para onde vou e já contaminei a muitos com essa paixão.
            
       Ah... e a maçã da professora? Calma, minha gente, não me esqueci não! Está aqui em baixo, em uma receita que amo de paixão. Trata-se de um bolo leve, fofíssimo e úmido, recoberto por uma surpreendente camada crocante de açucar com canela. É uma combinação perfeita: a leveza e a umidade inacreditável da massa e o toque de crocância da cobertura. É de comer de joelhos!!!!!!!!!!


                                                                                                       



Bolo de Maçã


Ingredientes
3 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente
1 e 3/4 de xícara de açucar
3 ovos em temperatura ambiente
2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres rasas de sopa de fermento em pó
 1 pitada de sal
1 e 1/2 xícara de água
 2 maçãs descascadas em cubos

Cobertura
3/4 de xícara de açucar e canela à gosto

Modo de Preparo

1. Misture o açicar e a manteiga até formar uma massa fofa.

2. Acrescente os ovos uma aum e bata até formar um creme esbranquiçado.

3. Acrescente a farinha, o fermento e o sal, passados por uma peneira e alterne com fios de água.

4. Junte as maçãs cortadas em cubos à massa e  mexa  até incorpar bem.

5. Coloque em uma assadeira untada com manteiga e polvilhada com farinha e cubra com o açucar e a canela misturados. Leve ao forno pré aquecido por 30 minutos.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dia das crianças: que tal variar?

     Não é de hoje que o Dia das Crianças é comemorado pela maioria das famílias com a compra de brinquedos que invariavelmente tem como destino o amontoado de objetos que insiste em se alojar no quarto do pequenos. Depois que passa o "primeiro amor" - aquele entusiasmo passageiro que vai dos insistentes apelos de compra às brincadeiras das primeiras semanas - os brinquedos perdem o atrativo e são deixados de lado sem o menor pudor. A criançada não está nem aí se o brinquedinho novo custou um pequena fortuna  vai ser pago em "suadas" prestações no cartão de crédito da mamãe. Portanto, penso com muita racionalidade (pelo menos me esforço) quando vejo os olhinhos de minha caçula brilhando e implorando por "aquele" último lançamento da boneca tal, que vem com roupinhas que podem ser pintadas, ou a outra que tem uma casa, ou a carruagem, ou a que vem com o petshop.
      Que atire a primeira pedra a mãe que nunca teve que fazer "um limpa" no quarto de seu pequeno e se ver obrigada a arrumar outro destino para as milhares de pecinhas, acessórios, bonecas parecidas (esses dias doei 8 bonecas modelo bebê parecidíssimas) e outros brinquedos. Então, minha gente, tá na hora de repensar nossos impulsos consumistas maternos e presentear a garotada de outro jeito! E não venha me dizer que sua filha vai ficar inconsolável quando vir a melhor amiga com brinquedos novos. Venhamos e convenhamos, é possível negociar.
       Ou freiamos esses "consumistazinhos" agora, gradativamente, ou sofreremos as funestas consequências de suas escolhas. Não, minha gente, não sou contra presentes, mas é só pegar leve. Eis uma dica que aprendi com uma amiga: sempre que ela vai comprar algo se pergunta "Preciso disso?" "Vou realmente usar isso?" Sei que no assunto brinquedos quem deve responder a essas questões é a própria criança, mas pela experiencia que tenho  e considerando que os menores são impulsivos mesmo e cedem mais facilmente aos paleos da mídia, sei que depois de pintado algumas vezes aquele vestidinho será esquecido em algum canto de uma das caixas de brinquedo.
         Mas e então, dar ou não dar presentes? É a pergunta que não quer calar...rss...rss A escolha, é claro, é de cada família. Só não podemos esquecer que educamos e ensinamos valores em cada ação, gesto, comentário e até com aquilo que é silenciado. Se quizermos formar homens e mulheres conscientes das questões ambientais e cientes de que a felicidade não está somente naquilo que pode ser comprado, temos que rever nossos valores.
        A minha sugestão para esse Dia das Crianças é presentear com moderação e fazer uma progração diferente com a criançada: um momento mestre cuca! Sim, com direito a avental, chapéu e convidar os amiguinhos. Funciona assim, depois das brincadeiras, quando aquela fome bater, chame a criançada para uma "brincadeira diferente": preparar o próprio lanche. No cardápio: pipoca de microondas que pode ser incrementada com calda de chocolate, ou mesmo uma generosa porção de chocolate; creme de morango ou outra fruta (em forma de polpa) que a meninada preferir, brigadeiros e outros docinhos que você pode fazer a massa e eles mesmos podem enrolar, sanduíches, gelatina e  sorvete que os pequenos podem servir e  em taças e decorar. Tire foto de tudo, garanto que será inesquecível, como as coisas boas da infância! Faça e depois me conte!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Cinema e culinária III: Filme Simplesmente Complicado

     
Título original: It's Complicated
Duração: 1h e 54min
Gênero: Comédia romântica
Direção: Nancy Meyers
Ano: 2009
País de origem: EUA

     Esse filme, de título controverso,  é divertidíssimo! Na verdade, o enredo não gira em torno da culinária, mas vira e mexe ela aparece em cenas nada menos que hilariantes. O filme conta a história de Jane, vivida pela magnífica Meryl Streep (aliás eu amo tudo o que essa mulher faz), mãe de três filhos adultos, divorciada e dona de uma sofisticada padaria. Jane mantém uma relação amigável com seu ex marido Jake (Alec Baldwin) que se casou com uma mulher mais jovem. Em uma viagem para assistir a formatura do filho, os dois bebem um pouco além da conta e acabam indo para a cama. Reencantado pela ex mulher - a estabilidade familiar, seus dotes culinários, sua maturidade - Jake tenta insistentemente manter um caso com Jane.  Enquanto isso entra em cena Adam (Steve Martin) um arquiteto contratado por Jane que também está se refazendo de um divórcio.  
    Entre as muitas idas e vindas, todas engraçadíssimas (vale muito à pena ver), desse triângulo amoroso a comida ocupa um lugar de destaque no filme. Sempre que o  ex marido aparece na casa de Jane ele sente o cheiro de um de seus maravilhosos pratos e quase vai ao delírio ao saboreá-los. É nítido como um misto de nostalgia, tempos perdidos que poderiam ter sido vividos, parece se apossar de Jake. E aquela casa, sempre aconchegante, com comida boa, com aquela mulher que proporciona tudo isso parece ser o melhor lugar do mundo para um cinquentão, daí sua insistência em reatar o relacionamento com  a ex mulher. Com Adam, o arquiteto, a história também gira em torno da culinária. Uma das cenas mais deliciosas do filme é a que eles entram na padaria já fechada e preparam um croissant de chocolate (hum... só de assisitir já dá água na boca) e se divertem  "até dizer chega".
      Enfim, é um filme para assisitir e dar boas gargalhadas e refletir sobre o que realemnte faz as pessoas se sentirem bem, em segurança e em paz!


      Nem preciso dizer que a receita que vou postar agora foi inspirada no filme. Ocorre que o croissant, geralmente, é feito com massa folheada e coisa e tal. Mas eu, para variar, fiz uma receita adaptada à minha realidade de mãe-trabalhadora-dona de casa- que depois de uma dia de trabalho, pega um trânsito louco e chega em casa com vontade de prepara algo para a meninada comer. Mas, por favor que seja algo possível, ou seja, pode até dar trabalho (afinal de contas o que é que não dá trabalho nessa vida) mas não tanto, pois tem que sobrar tempo para bater papo e por as pernas para cima, que ninguém é ferro, né? Então essa receita tem uma massa rapidinha, leve e que combina demais com o chocolate. Só tem um probleminha: a meninada e o povo crescidinho lá de casa conseguem acabar com uma receita interinha numa tacada só!



Croissant de Chocolate

Ingredientes
2 copos de requeijão de leite morno
2 colheres de sopa de açucar
2 colheres de sopa de fermento biológico
2 colheres de sopa de manteiga
1 colher de chá de sal
2 ovos
Farinha até dar o ponto
500 gr de chocolate ao leite ou meio amargo em barra


Modo de preparo

1. Em uma bacia coloque o leite, o açucar e o fermento. Deixe repousar por dois minutinhos.

2. Acrescente a manteiga, o sal e os ovos e vá adicioando a farinha de trigo aos poucos, amassando até desgrudar das mãos.

3. Abra a massa com um rolo, para ficar bem fininha, corte em triângulos.Coloque um pedaço de chocolate na parte mais larga do triângulo e enrole.

4. Disponha os croissant's em uma forma untada com óleo e deixe crescer até dobrar de volume. Pincele gema batida e leve para assar em forno pré aquecido até corar.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fui bem ali e já voltei...rsss...rsss

       É... um bom tempinho passou desde que postei pela última vez. Ocorre que minha casa estava sendo reformada, na verdade foi todo refeita, começando pelas colunas e vigas, até parte do telhado se foi nessa brincadeira. Não é que ela estivesse tão ruim, na verdade estava até bem simpática, mas casas feitas para vender (a nossa é uma dessas) sempre deixam algo a desejar e geralmente é a parte da estrutura. Bem, mas foi uma experiência e tanto lidar com uma obra. Aprendi uma porção de coisas e graças a Deus não fiquei traumatizada. Ao contrário, acho até que vou encarar outras obras, só que dessa vez quero construir tudo, começar do zero, só para variar um pouquinho.
      Um das coisas que mais gostei nessa reforma foi a minha cozinha, que antes era fechada e agora está aberta para a sala de estar e a sala de jantar, tendo como divisória apenas um balcão. Assim posso cozinhar em contato com a casa, as crianças e os amigos que nos visitarem. Essa nova versão de minha cozinha fez com ela fosse realmente mais usada por todos. Agora é comum começar a preparar com prato ter sempre alguém bisbilhotando e oferecendo ajuda. É claro que ela também exige uma manutenção diferente, afinal de contas não dá mais para encher a pia de louça, trancar a porta e pronto. Mas nada que um rodízio de lavação de louça, com direito a escala e tudo, não possa resolver.
     Bem, está aí o motivo de meu súbito, porém breve sumiço. Colocar as coisas em ordem novamente, selecionar, descartar e doar o que não será mais usado tomou um tempo considerável de minhas noites e finais de semana. Ainda falta alguma coisa (não é pouca não, é muita mesmo), mas quero fazer isso aos poucos, para sentir o funcionamenteo da casa, suas necessidades e o ritmo solicitado pela rotina diária. Nesse processo, senti necessidade de construir (olha eu de novo com mania de obra, estou me sentindo quase uma "pedreira"... hum essa palavra não soou bem no feminino...rsss...rsss) um Manual da Casa. Em minhas recentes "garimpagens" pela internet coletei algumas idéias e fiz um manual, que na verdade é uma pasta com plásticas e follhas que vou acrescentando conforme elaboro. E o que tem no meu Manual da Casa? Vou listar:

1- Lista de telefones úteis: tipo polícia, corpo de bombeiros (espero nunca precisar) disk gás, mas também avós, tios e vizinhos. É mais fácil que ficar consultando aquelas agendas com "zilhões" de números.

2- Plano de limpeza mensal: com a divisão das tarefas por mês. Assim fica mais fácil saber quando limpar janelas, paredes e outros sem sobrecarregar ninguém.

3- Manual de limpeza: esse dividi em três:
limpeza diária - contendo a rotina do que fazer todos os dias e como limpar, qual produto usar;
tarefas específicas que é uma outra lista de como proceder para tarefas que são realizadas esporadicamente como  cuidados com móveis de madeira, paredes e outros
e por último um outro item chamado faxina semanal, também com toda a descrição.

4- Cardápio semanal: o que é ótimo para evitar desperdícios nas compras e coisas estragando na geladeira, além de variar a combinação de sabores.

4- Principais receitas: foi o jeito mais simples que encontrei para registrar as formas de preparo de alguns alimentos, então nessa lista tem uma descrição bem sucinta de como preparar o prato, pois o objetivo é mostrar as várias formas. Asism tenho 8 formas diferentes de preparar o frango, o bife, a batata, a cenoura a beringela. Isso facilita a elaboração de um cardápio semanal, chega de comer salada de prato feito - PF - alface e tomate - todo dia, né?

       Ah... e se você está pensando que tenho TOC, esqueça. Na verdade não sou nada organizada, e tenho a clara consciência de meu total estado de desorganização, mas agora de casa nova, vida nova não é mesmo? Então estou fazendo um esforço enooorme para acabar com o caos que insiste em querer se instalar em minha vida. Pois, afinal de contas com uma casa e uma rotina mais organizadas sobra mais tempo para inventar novos pratos, curtir os filhos, receber os amigos, passear e fazer o que mais gosto: ler! 
     Em breve vou retomar a série cinema e culinária, prometo que sim. Vontade não falta. Mas enquanto isso fique com a receita desse bolo que inventei e achei simplesmente delicioso, perfuma a casa e reconforta os comedores.

Bolo de Maracujá 

Ingredientes
1 e 1/2 xícara de açucar
2 colheres de sopa de margarina em temperatura ambiente
3 ovos em temperatura ambiente
2 xícaras de farinha de trigo
1 pitada de sal
1 colher de sopara de fermento em pó
1 e 1/2 xícara de suco de maracujá concentrado

Modo de Preparo

1. Em uma vasilha bata o açucar a a manteiga até obter uma massa esbranquiçada.

2. Acrescente os ovos, um a um, batendo sempre.

3. Passe a farinha, o sal e o fermento e acrescente à mistura alternando com fios de suco de maracujá.

4. Asse em forno pré aquecido por 30 min sem abrir.  Deixe ficar bem coradinho, retire, deixe esfriar e desenforme.

Calda
1/2 xícara de suco concentrado de maracujá
1/2 xícara de açucar

Modo de Preparo

Misture bem despeje sobre o bolo

Cobertura
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
A mesma medida de suco de maracujá concentrado

Modo de Preparo
Misture bem e cubra o bolo. Leve à geladeira por no mínimo 3 horas. Sirva gelado.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Mais uma receita meio italiana

        As pessoas marcam nossas vidas de diferentes formas: idéias compartilhadas, conversas agradáveis, viagens, encontros e uma série de outras coisas. Há quem associe as pessoas com quem se relaciona com músicas, lugares e paisagens, filmes, livros e por que não, até comida...rss...rsss. Nem preciso dizer que sou uma dessas pessoas que se lembra dos amigos e do que comemos juntos, mas é claro que não me esqueço do bate-papo, das novidades compartilhadas, das piadas e risos dividos.
       Uma de minhas amigas é uma pessoa muito estudiosa, doutoranda por sinal, cuidadosa com a saúde e a com a boa forma, sempre atenta ao que come, embora não abra mão do sabor e saiba como poucos apreciar um bom prato. Em uma de minhas visitas à sua casa comi um macarrão delicioso, que ela me garantiu ser uma receita bem leve, quase light, e me provou a pertinência dos adjetivos ao mostrar que ela fazia parte de uma coletânea de receitas, simplesmente deliciosa e saborosa, elaborada por sua nutricionista. Achei o máximoooo! Primeiro pelo efeito de sabor que a mistura de ingredientes cria no prato, segundo pela praticidade e rapidez do preparo. Trata-se de uma boa pedida para jantares ou almoços de domingo, enfim é para aquelas horas em que as forças estão mirradas enfrentar a cozinha e  não se tem vontade de comer fora, mas o desejo de comer algo rápido e saboroso não para de "bater na barriga".
       A receita que se segue é uma adaptação minha (como tudo o que faço e cozinho...rsss...rsss) pois sou péssima em anotar receitas, para ser sincera nunca guardo nada, acabo incorparando o novo prato à minha maneira de cozinhar pois acho uma escravidão cozinhar com medidas exatas e consultar a toda hora a "receitinha", nada mais entediante e anticriativo, tira meu "T" de cozinhar. Mas isso sou eu, cada um tem sua maneira de se relacionar com a cozinha. O que vale é o effeito no final das contas, ou seja, gostou? Ficou saboroso? Então, manda ver do seu jeito!



Macarrão leve

Molho
100 gr de palmito fatiado
100 gr de azeitona fatiada
200 gr de presunto de peito de peru cortado em tirinhas
Alho, cebola e sal à gosto
300 ml de leite semi desnatado
1 colher de sopa de farinah de trigo
2 colheres de sopa de requeijão
óleo de soja suficiente para refogar (mais ou menos 2 colheres de sopa)


Massa
400 gr de macarrão tipo penne cozido


Modo de preparo:

1. Em uma panela coloque o óleo, o alho e o sal, e a cebola e deixe dourar levemente.

2. Acrescente o palmito, a azeitona e o peito de peru e refogue também.

3. Misture o leite com a farinha e coloque na mistura de refogados, mexendo sempre até engrossar.

4. Abaixe o fogo e coloque as duas colheres de requeijão, se gostar da especiaria, pode colocar mais. Agora é só desligar e colocar sobre o macarrão já cozido e saborear.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Uma deliciosa combinação: cinema e culinária (mais um filme)

          Esse é o segundo post da série  cinema e culinária. Hoje vou falar sobre outro filme que celebra a arte de preparar alimentos e o prazer da boa mesa: Sem Reservas. Esse filme é um remake da versão alemã Simplesmente Martha (2001), mas segundo alguns críticos a filmagem americana potencializou o que o filme tem de melhor.

Sem Reservas
       
Título original: No Reservations
Duração: 104 min
Gênero: Comédia romântica
Direção: Scott Hicks
Ano: 2007
País de origem: EUA     

      O filme conta a história de Kate Armstrong, uma meticulosa chef de cozinha interpretada por Catherine Zeta-Jones. Perfeccionista ao extremo, Kate  comanda sua equipe com rigor e  tanto controle que consegue intimidar a todos. Sistemática, leva os dias imersa nos trabalhos do restaurante, cultivando a solidão e o egoísmo de uma existência que não supera o eterno ir e vir entre casa e trabalho. Sua marca é a rigidez e a determinação de quem resume sua vida ao ofício escolhido.
     Tudo estava muito bem e sob controle até que sua irmã morre em um acidente e deixa a filha Zoe (Abigail Breslin)  de 9 anos aos cuidados de Kate. Sem saber como organizar a rotina com uma criança e muito menos o que lhe oferecer para comer, a chef sente sua vida ser desequilibrada. Essa sensação é  triplicada pela entrada de Nick (Aaron Eckhart), um subchef americano de formação italiana que escuta ópera e canta enquanto cozinha. Ao contrário da seriedade e rigidez de Kate, Nick age com levez e simpatia, conquistando ao todos, especialmente sua sobrinha que se alimenta pela primeira vez, após muitos dias, da macarronada que Nick preparou.
     Com sutileza e muita ousadia criativa Nick consegue conquistar Zoe e também Kate que se permite  fugir da rotina e dos padrões pré estabelecidos. O jantar na cabana de cobertores, preparado por Nick para as duas  é um convite aos devaneios infantis em meio a sabores e brincadeiras. Com a ajuda de Nick, Kate percebe que o restaurante e sua profissão são apenas uma pequena parte de sua vida e desenvolve a capacidade de se doar e compartilhar.
     É um belíssimo filme que apresenta a arte da culinária e a arte de amar como convites a olhar a vida com simplicidade, a vivê-la de forma a valorar outras coisas que não àquelas determinadas pelo lucro, enfim é conceber sucesso como sinônimo do prazer, do conviver e do amar!
     
Pizza de frango



 
Como cozinheiro de formação italiana, Nick preparava deliciosas macarronadas, pizzas, tinramisus e outros. Essa é receita simples com um toque caseiro, é claro!


Massa
Ingredientes
1 copo de requeijão de água morna
1 colher de sopa de fermento biológico (para pão)
1 colher de sopa de açucar
1 pitada de sal
1 colher de sopa de manteiga
250 gramas de farinha de trigo, ou até dar o ponto (soltar das mãos)

Modo de preparo

1. Coloque a água morna, o açucar e o fermento em um recipiente e deixe repousar sem mexer

2. Acrescente a manteiga, o sal e a farinha e amsse bem, até dar o ponto e soltar das mãos.

3. Abra a massa com  um rolo, de forma que fique fina (mais ou menos 1 a 2 cm)  e termine de esticá-la na forma de pizza, com os dedos.

4. Asse em forno pré aquecido, brevemente (por aproximadamente 15 minutos), retire do forno e reserve.

Rendimento: 4 massas de pizzas grande

Molho
Ingredientes
500 gr de peito de frango cortado em cubinhos
2 colheres de sopa de óleo
2 dentes de alho
1 cebola picadinha
1/2 colher de sopa de extrato de tomate
100 ml de água
200 ml de creme de leite
manjerona à gosto
sal

Modo de preparo

1. Em uma panela coloque o óleo, o alho socado com sal, a cebola e deixe dourar levemente. Acrescente o frango e mexa sempre até dourar bem.

2. Coloque o extrato de tomate, a água e deixe ferver bem.

3. Prove e veja se o tempero está à gosto, se desejar coloque a manjerona. Deixe ferver mais, abaixe o fogo e acrescente o creme de leite. Desligue.

Montagem

1. Coloque o molho sobre a massa de pizza pré assada, cubra com mussarela e salpique com orégano. Se desejar decore com pedaços de frango, rodelas de tomate e cebola. Asse em forno pré aquecido até o queijo derreter e saboreie!